Gina

Di, Gi, Gê, Gina ou Ecstasy líquido, pode se tratar tanto do GHB (Ácido Gama Hidroxibutírico), como do GBL (Ácido Gama Butil-lactona). Ambos desidratam tecidos ao menor contato, mas enquanto o GHB é um claro, salgado e sem cheiro, o GBL tem um gosto mais amargo e odor químico.

Com leis rígidas o GBH acabou sendo substituído pelo GBL, que se transforma nele no organismo, porém os efeitos podem ser mais fortes e imprevisíveis. Por outro lado, independente de qual seja usado, ambos contém solventes industriais e removedores de tinta.

Transportado em frascos vazios de descongestionante nasal ou colírio, costuma ser diluído em água, ou refrigerante. Usuários costumam fazer uso de uma tampinha, já outros preferem meia tampa, caso não dê problema, usam a outra metade uma hora depois. Apesar disso, como a concentração varia, não existem doses seguras, a diferença entre a dose que faz viajar e uma mortal, pode ser mínima.

Após ingerido, começa a fazer efeito cerca de 10 minutos depois, podendo durar por até 6 horas, proporciona euforia e relaxamento, além de aumentar o tesão e causar ereção involuntária. Usado geralmente pra acentuar efeitos de drogas como o ecstasy, seu uso constante gera tolerância, exigindo doses maiores e em intervalos menores.

A mistura com álcool ou dosagem errada pode causar desorientação, tontura, vômito tremores, fortes ataques de ansiedade e desmaio. Quando o apagão acontece, o corpo desacelera, enquanto a substância age em todos os órgãos vitais, podendo gerar parada cardiorrespiratória, levando ao coma ou morte. Resumindo, caso aconteça o desmaio é necessário buscar ajuda médica.

Por não possuir cor, nem cheiro, pode passar despercebido em bebidas, por isso é usado pra se cometer estupros ou furtos, o famoso “Boa noite, Cinderela”.