Doce

O doce, ácido, papel ou lisérgico trata-se do LSD (dietilamida do ácido lisérgico), uma substância psicoativa que não possui odor, sabor ou cor. Apesar de ter uma potência 300 mil vezes maior que a da maconha, ele não causa dependência.

O tipo mais comum de ser encontrado é em papel, mas também existe a versão líquida, em cápsulas, gel ou gelatina. Após ingerida, vial oral, seus efeitos podem durar de 5 a 12 horas, reduzindo medo, cansaço e proporcionando relaxamento, alegria e desinibição. Além disso, altera os cinco sentidos, o prazer corporal aumenta, bem como a criatividade, apreciação musical e a reflexão.

Ele aumenta a percepção visual, acrescentando, assim, formas geométricas, brilho e cores intensas, alternância de tonalidades e distorções que surgem independente dos olhos estarem abertos ou fechados.

O abuso ou mistura da droga com outras substâncias pode causar pânico, tremores, tontura, náusea, parestesia, aumento da glicose, frequência cardíaca e pressão arterial. Além de proporcionar viagens horríveis, pode fazer perder o controle dos pensamentos, elevar a pressão arterial a ponto de causar convulsões.

Posteriormente o usuário pode ter exaustão em excesso, tensão muscular, alucinações, delírios, instabilidade afetiva, depressão. Assim como, crônica diminuição da libido e alterações na capacidade reprodutiva e ficar mais propenso a contrair doenças, viroses e resfriados, já que a imunidade baixa de forma brusca. Seu uso a longo prazo pode ainda causar psicose e facilitar o aparecimento de surtos de esquizofrenia.

O LSD já foi utilizado pra estudar as sensações de esquizofrenia, além servir no tratamento de alcoolismo e disfunções sexuais. Até que, na década de 60, que se popularizou graças ao movimento psicodélico, surgido na Inglaterra, dominando baladas e o cenário musical.